Teoria dissoluta e absoluta

A vida é bem simples, não há necessidade de grandes amores para sobreviver.

É PRECISO de SEXO.

Mas não pode ser de qualquer um, nem de qualquer jeito e muito menos a qualquer hora.

Tenho tantos amigos que nem preciso de parentes para importunar.

Preciso de paz. E para isso a solidão é muito bem-vinda.

Romantismo! Isso é coisa de gente que cheira a mofo. Meu perfume é mais sedutor.

Meu cheiro excita até meu cachorro. Por vezes ele me abraça com suas enormes patas. Me derruba enfiando o focinho entre minhas pernas!

Não vou negar que gosto, mas o afasto com um afago para não acostumar.

Mesmo porque, prefiro gente. Tanto faz… Homem ou mulher.

Meu amor é assim, sem limites, sem cobranças.

Tendo um bom Sexo, levo os dias regado a vinho, cervejinha, churrasco, música e “um doce”.

Vida simples, mas obviamente exagerada!

Porque sobrevivo dos exageros.

Vicio-me no prazer.

Se não há regras para o caminho certo. A minha regra é: Livremente sem limites!

E sem regras…

Tem dias que levanto com uma tremenda vontade de experimentar um peito. Sentir a suavidade da pele feminina, observar traços delicados e conversar. Não há ninguém melhor para conversar que uma MULHER.

Ela tem a tal da paciência em escutar, mas já calo a boca com um beijo provocativo quando percebo a vontade em discutir relação!

Outras noites desejo uma perna peluda roçando as minhas, uma mão forte me explorando. Pegar no sono com um “trabuco” me penetrando ou acordar com ele me cutucando, é tudo que preciso nos dias que estou mais sensível, meu lado feminino aflorado.

Os jovens me trazem a juventude que meus olhos já negam e o corpo não revela.
E na hiperbólica busca pelo divertimento consegui unir pela insistência meu namorado, minha namorada e eu. Para a prática de um Ménage á trois.

Na mesma cama, estava eu com a boca na“ melhor coisa do mundo” e atrás meu “deleite” atravessava-me deliciosamente.

Já sentiu duas línguas se encontrando dentro de você?

Seria a realização suprema e podia morrer no dia seguinte. Conviver os três para todo sempre. Nada mais iria me faltar nessa vida de prazeres.

Mas a vida também tem seus mistérios.

Minha autoestima é alta demais para pensar ou deixar me abater no perigo de PERDER. Nunca perco. O trajeto desvia-se, pega rumos diferentes da minha vontade. Mas no fim, termina como comecei.

Os dois apaixonaram-se. Casaram.Tiveram filhos. E agora o convidado para as festinhas íntimas sou eu. Não perdi. Venci.

* Baseado no perfil de tanta gente! Das bem chatas, insuportavelmente egocêntricas, de superego desiquilibrado. Das que não sabem amar, se perdem em todo vício e pensam saber viver. Mas sobrevivem na hipocrisia.

29/06/2010

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